Assédio Moral é crime! Denuncie no seu Sindicato

O que é assédio Moral?

O Assédio Moral é todo comportamento abusivo (gesto, palavra e atitude) que ameaça, por sua repetição, a integridade física ou psíquica de uma pessoa, degradando o ambiente de trabalho. Por vezes, são pequenas agressões, geralmente pouco graves, se tomadas isoladamente, mas que, por serem sistemáticas, tornam-se muito destrutivas. Trata-se de um fenômeno íntimo que causa vergonha e constrangimento a suas vítimas. Os profissionais a quem se poderia recorrer (médicos, psicólogos, advogados) frequentemente duvidam dessas pessoas, que preferem ficar caladas para não sofrer mais um constrangimento. O medo do desemprego também contribui para o silêncio.

 

Você está sendo assediado?

 

Se o teu chefe te submete a situações vexatórias, exige missões impossíveis ou alfineta sua autoestima com trabalhos inexpressivos ou aquém de sua capacidade, você pode estar sendo vítima de assédio moral. Tudo que foge às regras sociais ou às práticas definidas no contrato de trabalho pode se configurar como assédio moral. O assédio moral é a repetição de atitudes, por par te de quem está acima na hierarquia, que tornam insustentável a permanência do empregado. Um dos principais motivos do assédio é o fato de o empregador desejar o desligamento do funcionário, mas não querer demiti-lo, em função das despesas trabalhistas decorrentes. Cria-se, então, uma situação insustentável em que o empregado é levado a pedir demissão. O empregador pode tomar atitudes que prejudicam psicologicamente o funcionário. É o caso do chefe que exige o cumprimento de metas inatingíveis ou, no e x t r em o oposto, dá menos trabalho ao funcionário, afetando sua autoestima. Há casos em que o chefe prejudica deliberadamente a quem não gosta, negando, por exemplo, folgas em emendas de feriado quando outros empregados são dispensados. Em linhas gerais, quando um trabalhado r é submetido a um tratamento pior do que o oferecido aos outros ou quando é posto de lado e discriminado, pode esta r sofrendo o assédio moral.

Danos e agravos a saúde, causados por humilhações.

 

 

  • Dificuldades emocionais: irritação constante, falta de confiança em si, cansaço exagerado,

  • Diminuição da capacidade para enfrentar o estresse . Pensamentos repetitivos.

  • Alterações do sono: dificuldades para dormir, pesadelos, interrupções freqüentes do sono, insônia.

  • Alteração da capacidade de concentrar-se e memorizar (amnésia psicógena, diminuição da capacidade de recordar os acontecimentos).

  • Anulação dos pensamentos ou sentimentos que relembrem a tortura psicológica, como forma de se proteger e resistir.

  • Anulação de atividades ou situações que possam recordar a tortura psicológica.

  • Diminuição da capacidade de fazer novas amizades.

  • Morte social: redução do afeto, sentimento de isolamento ou indiferença com respeito ao sofrimento alheio. Tristeza profunda.

  • Interesse claramente diminuído em manter atividade s consideradas importantes anteriormente.

  • Sensação negativa do futuro. Vivência depressiva.

  • Mudança de personalidade. Passa a praticar a violência moral.

  • Sentimento de culpa. Pensamentos suicidas. Tentativas de suicídio.

  • Aumento de peso ou emagrecimento exagerado. Distúrbios digestivos. Hipertensão arterial. Tremores.

  • Palpitações.

  • Aumento de consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas.

  • Diminuição de libido.

  • Agravamento de doenças pré-existentes. Dores de cabeça.

  • Estresse. Em 47% dos casos associados à tortura psicológica.

Perfil do assediador.

 

 

Segundo os especialistas em comportamento, a diferença entre o agressor e uma pessoa que já experimentou um ódio passageiro é que no agressor essa experimentação do ódio é agravado pela perversidade que ele manipula e por esta situação lhe causar prazer, o que não ocorre nas pessoas “comuns”.

Para psicólogos e psicanalistas que se debruçaram sobre o problema, o agressor tem personalidade narcísea, sendo ela caracterizada da seguinte forma:

 

 

  • – acredita ser “especial “ e singular;

  • – tem excessiva necessidade de ser admirado;

  • – pensa que tudo lhe é devido;

  • – explora o outro nas relações interpessoais;

  • – não tem a menor empatia;

  • – inveja muitas vezes o outro e tem atitudes e comportamentos arrogantes.

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