COMITÊ INTERSETORIAL DE ERGONOMIA NÃO TERÁ REPRESENTANTE DA SECRETARIA MUNICIPAL DA DEFESA SOCIAL

Foi designado por meio da Portaria conjunta nº 09/2013, o  Comitê Intersetorial de Ergonomia, para estabelecer ações nas questões ergonômicas. Este comitê tem como objetivo avaliar os postos de trabalho, funções e atividades, identificando  melhorias necessárias em todos os setores das Secretarias Municipais.

As ações do comitê são regulamentadas pelo Decreto nº 1403/2005 e 1149/2009 os membros nomeados  pela portaria, terão mandato de um ano e NÃO possui nenhum representante da SMDS, ou seja, ninguém  que conhece de perto as necessidades ergonômicas dos postos de trabalho e nas tarefas executadas pelos guardas municipais devido as especificidades da função policial.

Na composição do comitê estão:

  • 02 representantes da Secretaria Municipal de Governo;

  • 13 representantes da Secretaria Municipal de Finanças,

  • 01 representante da Secretaria Municipal de Comunicação Social e

  • 02 representantes  da Secretaria Municipal de Recursos Humanos.

Os membros do COERGO não serão remunerados para essa atuação, porém, constará em ficha funcional a anotação dessa função como prestação de serviços relevantes ao Município, ao término de sua participação no Comitê e desde que tenham a participação mínima de 1 (um) ano no COERGO.

 A elaboração e implantação de um projeto ergonômico do posto de trabalho (tradicional ou global) é uma necessidade do ponto de vista social, pois leva em consideração a saúde física, psicológica e cognitiva do trabalhador, portanto de interesse dos governos  e também  do ponto de vista econômico (pois serão obtidos meios de produzir mais e com melhor qualidade), o que é de interesse dos trabalhadores e da Administração municipal.

Um projeto ergonômico do posto de trabalho deve atingir os seguintes objetivos:

  • Adequar o posto de trabalho aos limites e capacidades do indivíduo (física, psicológica e cognitivamente).

  • Aperfeiçoar as condições de trabalho para conquistar eficácia, eficiência, produtividade e qualidade.

  • Proporcionar condições para desenvolvimento da criatividade e participatividade dos servidores.

  • Evitar o erro humano, prevenir acidentes e doenças ocupacionais;

  • Proporcionar conforto, segurança, qualidade de vida, bem-estar e satisfação no trabalho.

O SIGMUC acompanhará de perto os trabalhos do comitê, apontando necessidades e sugerindo melhorias, porém não concorda com a FALTA de REPRESENTAÇÃO da Guarda Municipal na composição do colegiado, tendo em vista que não há dentro do quadro de servidores do município outra categoria similar.

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