DIA DAS MULHERES – SEGUINDO TRADIÇÃO, GUARDAS MUNICIPAIS SINDICALIZADAS VÃO PODER RETIRAR SEU PRESENTE DIRETAMENTE NO SINDICATO!

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Este ano em virtude das medidas restritivas contra a Pandemia da Covid-19, não será possível realizar o tradicional CAFÉ DA MANHÃ com as GMFs em comemoração ao DIA DAS MULHERES.

Porém, as Guardas Municipais sindicalizadas, podem retirar seu presente a partir de sexta-feira (05/03/21) na sede do SIGMUC.

A luta das mulheres por melhores condições de trabalho e igualdade de gênero é permanente.

Nas guardas municipais a nível nacional há um baixo percentual de mulheres nas corporações: do total de profissionais, 84,4% são do sexo masculino e 15,6% do sexo feminino, segundo dados do IBGE em 2020.

Em Curitiba, dos 1582 integrantes da carreira, as guardas femininas representam cerca de 8% do efetivo, totalizando 126 GMFs.

Cientes da importância do papel das mulheres em nossa sociedade e principalmente em sua representação na segurança pública, a diretoria do sindicato não poderia deixar passar em branco esta data tão importante.

Atualmente as guardas municipais estão atentos e mobilizadas contra a PEC 32/2020 – Reforma Administrativa, cujo texto atual, prejudica diretamente nossas carreiras, além de promover a diminuição do Estado, atacar direitos e garantias e colocar em risco o sistema de previdência dos servidores públicos municipais.

Histórico
O Dia Internacional da Mulher foi oficialmente criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1977. No entanto, o dia 08 de março já era utilizado por movimentos de mulheres como uma data para celebrar a luta por seus direitos desde o início do século 20.

Vários eventos influenciaram a criação da data, dois entre eles são lembrados como determinantes para sua oficialização. O incêndio na fábrica de roupas Triangle Shirtwaist, em Nova York, em 1911, que foi uma tragédia que levou às capas dos jornais as terríveis condições de trabalho à que as mulheres eram submetidas, como jornadas de trabalho que poderiam chegar a 16hs diárias 6 dias na semana (incluindo domingos), locais insalubres e salários incrivelmente baixos.

O segundo, a marcha das mulheres russa por pão e paz em 1917 um dos primeiros atos propulsores para a posterior revolução na Rússia.

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