Guarda desconfia de “procissão” até orelhão no Centro e descobre o motivo de tantas “ligações”

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Primeiro foi um, depois outro, logo mais, apareceu uma terceira pessoa, e assim seguia a fila de pessoas interessadas, aparentemente, em fazer ligações telefônicas em um orelhão da Rua do Rosário com a Rua Nestor de Castro, no Centro de Curitiba, na noite desta terça-feira (6). O primeiro a desconfiar de tanto movimento foi um pedestre, que ficou observando a “procissão”. Ele notou que, antes de ir até o orelhão, cada pessoa conversava com um grupinho de jovens, que ficava próximo, e entregava alguma coisa.

Desconfiado, o cidadão resolveu acionar guardas municipais que faziam ronda na região central. Foi a vez da Guarda observar de longe a “correria”. Logo, se descobriu o motivo de tanto interesse pelo orelhão. Embaixo da cúpula, os guardas encontraram uma sacola com 80 pedras de crack.

A droga foi apreendida e encaminhada para o 1º distrito policial. Ninguém foi preso.

Segundo a Guarda Municipal, cada vez mais traficantes estão escondendo drogas em pontos como orelhões, lixeiras, paradas de ônibus e floreiras, para fugir assim do flagrante, em caso de abordagem.

Flagrante

Mas um pouco antes, outro traficante não escapou da prisão em flagrante. José Américo Kotoski, de 50 anos, que cumpria pena em regime  semi-aberto por latrocínio, foi preso com 50 pedras de crack escondidas na gola de seu casaco.

Após uma denúncia, a Guarda Municipal fez uma ronda no centro de Curitiba, por volta das 22 horas,  e desconfiou de um grupo que conversava na rua Cruz Machado. Na abordagem, O suspeito tentou fugir, mas não conseguiu escapar. A droga estava embalada individualmente, pronta para o comércio. José Américo foi encaminhado para o 1º distrito policial.

Da Banda B

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