PACOTAÇO DE GRECA – PARTE II

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Assim como no início do ano, onde diversos direitos dos servidores foram atacados, Rafael Greca e sua base aliada passaram o rolo compressor na população. Mesmo com a pressão dos servidores, os vereadores aprovaram mais uma vez aumento de impostos e corte de direitos.

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IMPOSTOS: Aprovado pela base governista, o ITBI – Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis, teve sua a alíquota aumentada de 2,4% para 2,7%. Isso significa que a população passará a pagar mais imposto para transferir ou regularizar um imóvel. O valor do ITBI passa a ser pago de forma integral em uma única parcela, o que antes poderia ser parcelado.

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ICS: O Instituto Curitiba de Saúde – ICS, responsável pela saúde do funcionalismo, também terá aumento de alíquota, passará de 3,14% para 3,9%, o que dificulta ainda mais os rendimentos dos servidores que não tiveram reajustes em 2017. A prefeitura possui um passivo para com o Instituto de mais de 60 milhões, e agora parcela a dívida e estende a cobertura para cargos em comissão, funcionários de autarquias e outras figuras distintas que nunca contribuíram para a manutenção do ICS. Outro ponto do projeto aprovado, diz respeito ao enfraquecimento do Conselho de Administração do Instituto, tornando o Instituto ainda mais suscetível à ataques e desvios.

Outra ponto que causou revolta nos servidores, foi A aprovação da revogação da LEI 8786/1995. A revogação da lei, promoveu a retirada da obrigatoriedade da PMC em fazer o ressarcimento do tratamento de servidores diagnosticados com doenças graves, como neoplasias por exemplo.

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MANIFESTAÇÃO: Diferentemente do que foi divulgado nas mídias, os servidores em nenhum momento pretendiam invadir a Câmara Municipal. Mesmo com uma liminar judicial que autoriza o ingresso dos servidores no local, a intenção dos servidores que lá estiveram, era se fazer ouvidos pelos vereadores, o que não aconteceu. “Os vereadores eram orientados pelo líder do Prefeito a votar os projetos da forma que vinham da prefeitura, no maior estilo tratoraço que marcará esta gestão, mas a luta não acaba aqui.” Apontam os diretores do SIGMUC que estiveram presentes no local.

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O SIGMUC alerta sua categoria para mobilização, pois segundo já foi levantado, 2018 tende a ter mais ataques aos servidores.

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