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Desde o início das medidas de distanciamento social anunciadas pelos órgãos de saúde, as Guardas Municipais estão atuando diretamente no ordenamento das cidades, desde a desmobilização de grupos que insistem em descumprir as regras de distanciamento, até a efetiva restrição de funcionamento de estabelecimentos comerciais que violam as normas sanitárias impostas pelos governos.

Com base nesta situação, o sindicato tem insistentemente cobrado da Administração medidas de proteção para os guardas municipais, desde o afastamento preventivo dos servidores que estejam enquadrados no grupo de risco até a aquisição emergencial de equipamentos de proteção individual e esterilização dos equipamentos de trabalho.

O que tem preocupado os diretos de SIGMUC tem sido o aumento de casos envolvendo guardas municipais em todo o Brasil, inclusive com um número de mortes aumentando todos os dias.

“Os casos que estamos acompanhando, mostram que a falta de medidas protetivas, ou a demora destas, contribuíram para o resultado. Não queremos que isto aconteça aqui. ” Enfatizam.

TESTES RÁPIDOS. Uma das principais formas de se quantificar a proliferação do vírus e adotar medidas com maiores chances de recuperação e a testagem em massa da população. Contudo, o que se observa é que a Administração não tem oferecido testes aos guardas municipais, e esta medida pode estar colocando em risco todos os servidores, haja vista que a Guarda Municipal está em constante contato com toda a população e os demais servidores ao mesmo tempo.

“Testar seria a garantia de que os guardas municipais não estão trabalhando contaminados, podendo o guarda que se encontre nesta situação, buscar atendimento em um momento inicial da doença e também proteger os demais do contágio. ” Comentam.

O SIGMUC cobrou à Administração e a resposta obtida resumiu-se em afirmar que não existem testes rápidos disponíveis para os guardas municipais.

“É preocupante esta falta de planejamento da atual gestão. Para aprovar a ajuda emergencial às empresas de transporte coletivo, foram rápidos em provisionaram recursos, já para atender uma necessidade imediata e inadiável dos servidores, a resposta é sempre negativa. ” Finalizam.

A diretoria do SIGMUC reforça a necessidade do fornecimento dos EPIs (máscaras, luvas, escudos faciais, entre outros), do álcool para higienização das mãos e dos equipamentos assim como as demais medidas de prevenção recomendadas pelos órgãos de saúde, e cobra a situação junto aos órgãos de fiscalização e Poder Judiciário.

Diretoria SIGMUC

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