CARGOS COMISSIONADOS SÃO “PROTEGIDOS” DE VALDOMIRO

CARGOS COMISSIONADOS SÃO “PROTEGIDOS” DE VALDOMIRO

A prefeitura apresentou em sua página oficial um estudo que aponta que Curitiba tem o menor número de Cargos Comissionados em relação ao número de Servidores, como forma de defender a permanência dos aliados na máquina pública.

Mas, as informações que a Gestão de Valdomiro não apresenta são: Quem são, quanto ganham, e o que fazem, os cargos em comissão da Administração de Curitiba.

Um exemplo é o Ex-Vereador Chico do Uberaba, o que reclamou de estar “pagando para trabalhar”. Apesar de Valdomiro ter dito em alto e bom som durante a campanha política que Chico do Uberaba não ocuparia nenhum cargo em comissão na prefeitura caso fosse eleito (para não perder votos), depois de eleito, voltou atrás e nomeou Chico do Uberaba por modestos R$ 17.767,62. Agora resta saber o que Chico do Uberaba faz.

Outra informação que a prefeitura não apresenta é a relação “doadores de campanha” x “cargos em comissão”. Em uma pesquisa realizada, foi identificado um “colaborador” de campanha que doou R$ 6.000,00 para a campanha de Valdomiro e recebeu de volta um cargo em comissão com vencimentos não inferiores à R$ 15.559,12 mês! Levando-se em consideração o tempo de gestão de Valdomiro, o “colaborador” poderá chegar a incríveis 809.074,24 OITOCENTOS E NOVE MIL E SETENTA E QUATRO REAIS E VINTE E QUATRO CENTAVOS. É o melhor investimento do mundo!

Os cargos comissionados de Curitiba, não prestam concurso público e não passam por formação específica como os servidores de carreira.

A Administração se justifica a todo o momento se comparando com outras cidades, mas só apresenta o que lhe é interessante. Veja o que ela não apresenta:

Maior valor do Cargo em Comissão da cidade de Porto Alegre:  CC8: R$ 2.880,60

Maior valor do Cargo em Comissão da Cidade de Curitiba: S1: R$ 17.767,62

Subsídio do Prefeito de Porto Alegre: R$ 19.477,00

Subsídio do Prefeito de Curitiba: 26.723,13

(fontes: Portais da Transparência de Porto Alegre e Curitiba)

 E o efeito “apadrinhamento” não se restringe aos cargos em comissão, mas também às funções gratificadas (valores pagos aos servidores de carreira), em alguns casos podemos identificar servidores que apoiaram na campanha do prefeito que passaram a receber mais de R$ 20.233,05, enquanto a média dos servidores não recebem mais do que R$ 3.000,00 mês.

 Não basta dizer que tem um coração do tamanho de Curitiba, tem que ter uma carteira do mesmo tamanho para distribuir recursos aos afilhados políticos!

 Os servidores continuam de olho!

 SIGMUC – JUNTOS SOMOS FORTES

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