EQUIPES SÃO ALVO DE TIROS, E SMDT SE MANTÉM CALADA

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Por duas vezes nesta semana, equipes da Guarda Municipal foram atacadas indiscriminadamente por tiros, sendo que em uma delas a viatura foi alvejada. Os ataques às equipes mostram a dura realidade que estes profissionais enfrentam todos os dias. O sindicato tem cobrado explicações da SMDT sobre as ocorrências e só obtém respostas evasivas e sem efeito prático.

TIROS
No centro (16), próximo ao passeio público, as informações dão conta que na primeira situação foram 3 disparos, na segunda (20), uma equipe que prestaria apoio a outras secretarias relatou cerca de 4 a 6 disparos. Em nenhuma delas houve incidentes com vítimas.

MOTIVAÇÃO
Segundo o Delegado Tito Lívio Barrichelo, há possibilidade de que os atentados estejam relacionados a uma retaliação por parte da morte de um traficante dias atrás (Portal BandaB). Para o SIGMUC, esta situação reflete a realidade enfrentada pelos guardas municipais, os quais são vistos pela criminalidade como “policiais”, e, portanto, alvos de atentados.

REAÇÃO
A direção do sindicato tem cobrado uma postura mais firme da administração quanto à proteção dos guardas municipais, e até o presente momento, não se ouviu a voz do secretário da SMDT, Cel. Péricles de Matos. “Até o presente momento, aguardamos uma posição oficial por parte da secretaria. Não podemos esperar que o pior aconteça!” Comentam os diretores do SIGMUC.

CRIMINALIDADE
A região sofre com uma constante luta pelo domínio dos pontos de tráfico, e vários crimes vem ocorrendo no bairro ligados às drogas. A Polícia Civil descobriu em novembro, durante uma operação, um “esconderijo” onde se monitorava as ruas do bairro de forma a avistar a aproximação da polícia. As guardas municipais que atuam no patrulhamento dos equipamentos da região comentam que vivem momentos de muita tensão. “Recebemos ordens para ficar saturando em frente do equipamento por mais de meia hora. Ficamos à mercê da sorte!” Reclamam os guardas que solicitam anonimato por conta de retaliações.

O SIGMUC recomenda que em situações extremas, os guardas municipais procurem o sindicato relatando as intercorrências para que seja oficiado a administração. “A prefeitura e o legislativo municipal precisam reconhecer o risco a que estes profissionais estão expostos, e dar-lhes a segurança para que possam trabalhar tranquilamente.

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