SIGMUC DEFENDE REGRA DIFERENCIADA DE APOSENTADORIA PARA GUARDAS MUNICIPAIS E QUER REFERENDO SOBRE O TEMA

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Durante votação no dia de ontem (26/10), da emenda à lei orgânica que aumentou a idade mínima para aposentadoria no âmbito do município, de 60 para 65 anos para homens, e de 55 para 62 anos para mulheres, novamente, a direção do SIGMUC defendeu junto aos vereadores da base do governo Greca, a necessidade do Município regulamentar a aposentadoria por periculosidade no âmbito municipal.

Durante a sessão de votação em 2º turno, foi citado que nos últimos 10 anos, cinco colegas da Guarda Municipal perderam suas vidas em serviço, e outros 12 morreram vítimas da covid-19 depois de serem contaminados no ambiente de trabalho, a presidente do SIGMUC, reclamou que o projeto de emenda à LOM, aprovado, foi protocolado sem o debate com os servidores municipais. Também afirmou que a proposta de aposentadoria especial, anunciada pelo diretor-presidente do IPMC, Breno Pascualote Lemos, na votação em primeiro turno, não foi sequer apresentada à categoria dos guardas municipais até o presente momento.

“Vindo para cá, um GM me perguntou, se eu vier a óbito, qual o salário, qual a ajuda que a minha família vai ter? Eu não soube responder. Porque vocês, vereadores e vereadoras, estão votando um projeto sem saber seu conteúdo. Vocês não sabem qual será a regra de transição, de pensão. Como explicar para aquele guarda que ele vai ter que ficar exposto aos riscos da atividade até os 65 anos? Vocês estão condenando o guarda à morte. Peço para que o prefeito tenha o mínimo de sensibilidade e veja que cada categoria tem a sua especificidade. Cada voto que vocês estão dando aqui representa cinco, sete anos a mais de trabalho para estes servidores. E esse servidor, no final das contas, vai estar trabalhando mais para receber menos”, reforçou Rejane.

REFERENDO É A ÚLTIMA OPÇÃO DE BARRAR REFORMA

Capitaneado pelo vereador Prof. Euler juntamente com as entidades sindicais que representam as diversas categorias do serviço público, a possibilidade de realização de um REFERENDO, para que a população curitibana decida se realiza ou não a reforma da previdência proposta por Rafael Greca, ganha força. Os servidores se mobilizam para recolher 65 mil assinaturas de eleitores curitibanos para que o requerimento seja protocolado na câmara dos vereadores.

Se isso ocorrer, a promulgação da proposta ficará suspensa até o pleito eleitoral de outubro de 2022.

Se você ainda não pegou sua lista para coleta de assinaturas, imprima a listagem CLIQUANDO AQUI.

Colete o maior número de assinaturas possíveis e entregue a listagem no sindicado, ou entre em contato com os diretores sindicais pelo WhatsApp 3264-5062.

Ficou com dúvidas? Acompanhe a live dos sindicatos e o vereador prof. Euler, onde o procedimento para coleta das assinaturas foi detalhado.

Se cada um fizer sua parte, chegaremos lá!

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