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O Prefeito Gustavo Fruet, em campanha nas redes sociais, vem defendendo as medidas de austeridade tomadas na sua gestão, como diminuição da frota de veículos, corte de horas extras entre outros

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Porém, nada se fala com relação dos impactos negativos na prestação de serviço à população curitibana.

 

A diminuição das viaturas, principalmente as que atendiam o transporte coletivo da cidade, contribuiu para o aumento do número de ocorrências dentro dos ônibus, estações tubos e terminais.

 

A falta de contratação e o corte de horas extras impostos a Guarda Municipal, resultou no fechamento de postos de trabalho, na sobrecarga de trabalho para os guardas municipais em serviço, na diminuição da presença da Guarda Municipal nos Parques, Praças e eventos na capital curitibana.

 

“Estamos denunciando desde o início desta gestão, a precarização imposta a Guarda Municipal, estamos sofrendo com a diminuição do número de viaturas, com a falta de contratação de novos profissionais, reforma dos postos de trabalho, atrasos no pagamento de horas trabalhadas, corte de horas ( Decreto 888/2015), entre outros problemas, disparou o presidente do SIGMUC, GM Luiz Vecchi.

 

Esta união inédita, mostra a gravidade do problema que a atual administração esta causando para os servidores de Curitiba.
Esta sendo a pior Gestão para a Guarda Municipal de Curitiba dos últimos tempos, desabafa o presidente do SIGMUC – LUIZ VECCHI

 

“Para esta gestão, segurança da cidade é sinônimo de iluminação pública. Não basta apenas iluminação adequada, é fundamental a presença da Guarda municipal, seja por meio de patrulhamento, a pé ou motorizado. O cidadão curitibano, clama por segurança”, complementou o vice presidente GM Roberto José.

 

No final do ano passado em um evento com empresários realizados na FIEP – federação das Indústrias do Paraná, o Prefeito na ocasião, também havia defendido o corte de recursos impostos por sua gestão, mas da mesma forma, nada comentou sobre a situação de abandono imposta a cidade.